Rússia bombardeia Academia de Ciências da Ucrânia em Kiev
Um drone de propulsão a jato russo atingiu a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia em Kiev no dia 28 de setembro de 2026. O ataque causou a morte de uma mulher e deixou feridos, integrando uma série de bombardeios a alvos civis e infraestruturas no país.

Um bombardeio realizado pela Rússia com o uso de um drone de propulsão a jato atingiu a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia, em Kiev, nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026. O ataque resultou na morte de uma mulher e deixou quatro pessoas feridas no local, segundo autoridades locais. O incidente provocou um incêndio de grandes proporções no prédio cultural, mobilizando equipes de bombeiros para o combate às chamas e a busca por possíveis vítimas presas nos escombros.
Resumo rápido
- Drone de propulsão a jato atingiu a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia em Kiev.
- Uma mulher morreu e quatro pessoas ficaram feridas no local da Academia.
- No total dos ataques em Kiev, 19 pessoas ficaram feridas, incluindo três crianças.
- Outros alvos em Kiev incluíram uma empresa farmacêutica, postos de gasolina e instalação médica.
- Ataques em Dnipro e Synelnykove causaram a morte de quatro pessoas em um centro comercial e escritório de logística.

O que aconteceu no bombardeio à Academia de Ciências
O ataque com drone de propulsão a jato causou danos consideráveis à edificação da Academia Nacional de Ciências, com chamas saindo pelas janelas e escombros espalhados pelo pátio. O presidente Volodymyr Zelensky divulgou um vídeo no Telegram que mostra o prédio em chamas e nuvens de fumaça negra subindo ao céu. Bombeiros atuaram no local para extinguir o fogo e realizar buscas por vítimas entre os destroços após as chamas serem controladas.
O prefeito de Kiev, Vitaliy Klitschko, confirmou que uma mulher morreu e quatro pessoas ficaram feridas na Academia. No balanço geral dos ataques ocorridos na capital ucraniana durante o dia, Klitschko informou que 19 pessoas ficaram feridas, sendo que três delas são crianças. De acordo com as fontes, seis dessas pessoas estavam recebendo tratamento em hospitais.
Como chegamos até aqui e cronologia dos ataques
O ataque à instituição científica é descrito como parte de uma estratégia do Kremlin de bombardear infraestruturas simbólicas ucranianas ao longo de mais de quatro anos de guerra. Recentemente, a Rússia passou a utilizar drones a jato, que voam em altitudes elevadas e possuem maior velocidade. Segundo Zelensky, esses modelos são mais difíceis de interceptar do que as versões antigas movidas a hélice.
- 26 de setembro: Zelensky afirma que a Ucrânia interceptou pouco mais da metade dos drones a jato russos.
- 28 de setembro: Bombardeio à Academia Nacional de Ciências, empresa farmacêutica, postos de gasolina e instalação médica em Kiev.
- 28 de setembro: Ataque a centro comercial em Dnipro (três mortos) e escritório de logística em Synelnykove (um morto).

Quem são os envolvidos e as posições oficiais
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, acusou a Rússia de cinismo por atacar uma instituição científica durante o horário de expediente. Sybiha afirmou que a Rússia expande deliberadamente os limites do que acredita que o mundo tolerará e que a falta de respostas firmes encoraja novos ataques.
O presidente Volodymyr Zelensky prometeu retaliação e afirmou que o apoio internacional à Ucrânia significa apoiar a vida das pessoas diante de tais ataques. Até a última atualização das reportagens, a Rússia não havia se pronunciado sobre o incidente. Ambos os lados negaram ter como alvo deliberado a população civil.
Entenda a tecnologia e os alvos do conflito
Drones de propulsão a jato diferem dos modelos movidos a hélice por serem mais rápidos e operarem em altitudes maiores, o que reduz a taxa de interceptação pelas defesas aéreas ucranianas. Essa mudança tecnológica marca uma evolução nos meios de ataque utilizados por Moscou contra o território ucraniano.
Além da tecnologia, houve uma ampliação dos alvos econômicos. A Rússia, que anteriormente focava em armazéns, portos e infraestrutura energética, passou a atingir centros de dados, instalações de telecomunicações e empresas civis, como a farmacêutica atingida em Kiev.

Impactos e desdobramentos em outras regiões
Além de Kiev, outras cidades foram atingidas. Em Dnipro, no sudeste do país, um ataque com drones a um centro comercial deixou três mortos. O governador regional, Oleksandr Hanzha, informou que outra pessoa morreu em um escritório de logística localizado em Synelnykove, também a sudeste de Dnipro.
Zelensky relatou que instalações civis e de infraestrutura de comunicações em outras cidades do país também foram alvos. Em resposta, a Ucrânia intensificou ataques contra a Rússia, visando varejistas online e refinarias de petróleo para tentar minar as receitas e o apoio ao esforço de guerra de Moscou.
O que vem a seguir e as respostas ucranianas
O governo ucraniano tem respondido às ofensivas com ataques a alvos estratégicos em território russo. O presidente Zelensky afirmou nesta segunda-feira (28) que a Ucrânia atingiu duas fábricas do setor de defesa e instalações petrolíferas na região de Krasnodar.
A Ucrânia busca agora maior apoio de seus parceiros internacionais para enfrentar a nova ameaça dos drones a jato e continuar a estratégia de atingir a economia de guerra russa.

Perguntas rápidas
O que aconteceu na Academia de Ciências da Ucrânia?
O prédio foi atingido por um drone de propulsão a jato russo em 28 de setembro de 2026, resultando em um incêndio, na morte de uma mulher e quatro feridos.
Quais outros locais foram atingidos em Kiev?
Segundo o presidente Zelensky, foram atingidos postos de gasolina, uma empresa farmacêutica e uma instalação médica.
Houve vítimas em outras cidades?
Sim. Em Dnipro, três pessoas morreram em um ataque a um centro comercial, e em Synelnykove, uma pessoa morreu em um escritório de logística.
Fontes consultadas
Texto elaborado com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima. Encontrou um erro? Avise a redação.
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